sexta-feira, 14 de agosto de 2009

FoguetchêêÊêênio...!!!

Veio-me um foguete à mente e resolvi desenhá-lo.

Imaginei-o inicialmente com uma janela bem à frente, pelo menos na perspectiva em que se lhe apresenta. É incrível que após isso critiquei minha própria criação, alegando que na mesma área circunferencial em que se encontra a janela, deveria haver uma "palhetinha", como as outras duas "palhetinhas" visíveis lateralmente, da mesma forma como na porção inferior do foguete há três "palhetinhas".

Acontece que, de repente, parei e critiquei a crítica inicial feita por mim mesmo sobre meu foguete; "por que não uma janela?" Então questionei qual o fundamento que me impede de por minha janela? Talvez existam vários fundamentos aerodinâmicos, e aeroespaciais caso esse foguete seja para jornadas espaciais, que certamente refutariam não so a janela proposta desde o começo, mas também as "palhetas" e, por fim, o foguete como um todo.

O problema é que meus pensamentos inoportunos só implicaram principalmente com a minha janela!!!

Mas, afinal, o foguete é meu ou dos arquitetos aerodinâmicos, físicos e astrônomos???

O FOGUETE É MEU!!! MEEEEEEEEU!!!³ºº u.u

E faço do jeito que eu quiser.

Não posso deixar determinados padrões cognitivos dominarem meu pensar, minha criatividade e minha ingenuidade... Tenho que botar o meu superego um pouco para o canto... já está querendo ficar muito saidinho... ¬¬

P.S.: Escrito e desenhado durante a aula de Processos de Ensino-Aprendizagem II, ontem.
P.S.2: Essa é sigla do Playstation 2.
P.S.3: Esse foguetchêÊÊêêêênio que ilustra o post foi desenhado por mim por volta da hora do almoço, no paint.
P.S.4: o desenho original, feito à mão, encontra-se na parte de trás da cópia que tirei capítulo 1 da obra Métodos de Pesquisa em Ciências do Comportamento, que está sendo usado na aula de Metodologia de Pesquisa em Psicologia

xD

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Enxameações Tristes


Há momentos em que sou assolado por meus próprios pensamentos...

É justamente em tais ocasiões que necessito lembrar o significado de paciência, brandura, benevolência, perdão, respeito...

São também circunstâncias em que não gostaria de permanecer suspenso... vago... absorto... reticente...

Ultimamente, mais do que nunca, pelo que me lembre, estive assim...

Como se fosse fácil...

As reações drásticas decorrentes da perturbação a tais momentos são igualmente aflitivas e por isso devem ser evitadas.

Como que se eu me esquecesse a quem devo pedir ajuda...

"And the worms ate into his brain."

:///////

De fato, é chato isso.

Gostaria que as pessoas tivessem um pouco mais de tato, e até mesmo um pouco mais de olfato, paladar, visão e audição...

Não é simples. Ou talvez eu que complexifique demais...

Devo dormir... Não devo pensar... Penso demais.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Pequeno Momento Catártico

Eu sou um indivíduo muito influenciado pelos conteúdos que vejo na faculdade e que convergem com meus ideais e interesses.

Eis que se reaviva em mim o desejo por estudar obras políticas e sociais, talvez até mesmo econômicas. Percebo a necessidade de disseminar as sementes que alimentem a vontade por reformas nas nossas maneiras de pensar, de agir e de se portar. Durante uma discussão de Psicologia Social II brotou em minha mente um desejo por vislumbrar organizações interpessoais pautadas no respeito mútuo a partir do reconhecimento que se tenha de si mesmo e do próximo nas relações de vivência. Começo a me interessar também pelo tema do anarquismo, o qual por muito tempo evitei, induzido pelos estereótipos que até mim chegavam, claro. No entanto, o que busco não são os conhecimentos e impulsos que se denominam libertários, mas revestem-se de um fanatismo desmedido contra as instituições formais e políticas existentes em nossa sociedade. Ao que parece, o anarquismo é incompreendido até por quem se diz anarquista. Mas o que tenho a dizer, se justamente nada sei sobre isso??? xD~. Ah...! Mas não estou com vontade de desenvolver tal discussão agora porque isso seria muito chato... oks... Quando souber mais voltarei com esse assunto...

Nessa semana, participei de uma reunião da Associação Brasileira de Ensino de Psicologia - ABEP, cujo núcleo do Amapá se apresenta com apenas um membro sendo o mesmo o próprio coordenador do núcleo (pobre professora...), mas que já conseguiu chamar a atenção de alguns acadêmicos (como eu...!!! xD) e deu o chute inicial para que se consolidem alguns membros do núcleo Amapá (pelo menos é o que se espera... n.n). De fato, o ensino de Psicologia muito me interessa, por isso acredito que algo deva ser feito a respeito, não só quanto ao ensino nas instituições de ensino superior, mas quanto à implantação do estudo de Psicologia no nível médio, a qualidade do ensino, visualização de problemas, possíveis soluções e etc. e etc...

Hoje perguntei à professora que coordena o Grupo Observatório de Saúde Mental sobre o reinício das discussões. A cada período sinto mais necessidade de aprender, discutir e reafirmar minhas capacidades (hauheaheuhuah...!!! /tahparay -.-) para com a vida acadêmica. E ontem, eu acho, comentei com ela sobre a reunião da ABEP que ocorreu e ela comentou que é necessário discutir a organização do núcleo Amapá da Associação Brasileira de Psicologia Social - ABRAPSO, ou seja, mais coisas a realizar em prol do crescimento da Psicologia no Amapá... =D...

Hoje abri a revista Veja e já tenho um motivo de indignação. Uma dita psicóloga sujando o nome da categoria profissional, afirmando ser possível curar a homossexualidade... ¬¬ E a maluca ainda tira foto com máscara para não ser reconhecida... ¬¬³ºº É por essas e por outras, como aqueles "psicólogos" que são chamados em programas de tv para discutir a posição de sexo mais prazerosa ou traçar o perfil psicológico de tal ou qual criminoso, que a Psicologia é ainda vista com preconceito baseado nos rótulos que esses desgraçados legam ao nome da profissão... ò.Ó

Nunca aprendi a dançar... mas ultimamente, por causa de meu fascínio pela Kate Bush, veio uma vontade de aprender a dançar algum estilo interpretativo como o dela... Espero algum dia ter oportunidade de realizar tal façanha.

Esse semestre eu resolvi não mais sentar na carteira em que sentei semestre passado. Cansei das pessoas daquele lado... Acredito que seja hora de eu retornar ao fundo, mas agora irei ao fundo central talvez.

Hoje ainda estou planejando sair para comprar cordas novas para o violão e também para ir à faculdade pegar as cópias deixadas por alguns professores na reprografia e, se der tempo (e eu estiver com disposição... u.u), estudar um pouquinho.

A vinda do "Raul-Bebê" está próxima... Como será o Raul-Bebê??? Às vezes não consigo lembrar das coisas que sonhei, mas parece que ontem sonhei com um bebê... mas será que era ele???

Já faz algum tempo que não paro para continuar a leitura do Crime e Castigo... u.u

Ontem eu fui ao Podium só para ver a Mariana ^^. Mesmo assim já estou com saudades dela novamente... :3

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Reflexão minha...


Eis que retorno das férias, período dramátido e deprimente. Já estava me fazendo mal a falta de convívio com outras pessoas - não pensei que eu fosse admitir isso... ¬¬

Pois bem, hoje foi o primeiro dia de aula do 4º semestre na faculdade... Muito bom por sinal. Gostei das discussões, ainda que pequenas, desenvolvidas. Parece que esse semestre se anuncia um tanto promissor, apesar das agonias e tensões por vir. :x

Um termo usado na aula de Psicologia Social II e que me chamou a atenção foi "empoderamento"... peraí que fui ali pegar um dicionário... xD

Rapaz... não tinha nos dicionários... então é um termo importante... hauehuaheua... xP

Olha só a definição que encontrei no site da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI): "Empoderamento significa em geral a ação coletiva desenvolvida pelos indivíduos quando participam de espaços privilegiados de decisões, de consciência social dos direitos sociais."

Quando a professora falou sobre o empoderamento, que será abordado também com movimentos emancipatórios, lembrei de minhas reflexões sobre a busca por autonomia da parte dos indivíduos e dos grupos. Antes disso, eu estava lendo um livrinho sobre conceitos psicanalíticos que minha amiga Adriele trouxera para a sala. Então associei o pouco que havia lido do livrinho, a fala da professora sobre o empoderamento e minhas reflexões sobre autonomia individual e coletiva... Envergonhei-me de mim mesmo... ://///

Deixe eu me justificar...

No momento eu percebera o quão injusto tenho agido com várias pessoas. E isso se remete também ao meu comportamento antissocial manifestado ultimamente durante as férias...

Às vezes, expresso meu desejo e angústia de que as pessoas deveriam se esforçar mais para
'apoderar-se' (em referência ao jogo de palavras feito pela professora hoje, entre apoderamento e empoderamento) das possibilidades de conhecimento, para que pudessem se tornar cada vez mais autônomas diante de determinadas situações. A minha angústia supracitada decorre de que, inúmeras vezes eu tomara a mim mesmo como referência para tal análise. Ou seja, eu pensava de maneira egocêntrica... percebi isso após ler o livrinho sobre narcisismo... Assim, acontecia que eu acabava exigindo das outras pessoas que elas procurassem agir mais independentemente em seus afazeres, aprendendo por conta própria. Mas tal exigência estava em desequilíbrio em relação à forma como tenho aprendido as coisas em minha vida. Eu estive errado em minhas expectativas egocêntricas, e agora notifico-me disso.

O que acontece é que em diversas ocasiões eu aprendi partindo do auxílio que busquei junto a outra pessoa. Eu não aprendi exatamente sozinho. Alguém me iniciou em algum conhecimento. Um processo compartilhado com alguém. Não há divisão, separação, isolamento. Em contrapartida, eu esperava das pessoas que elas aprendessem isoladamente e, particularmente, sem me incomodar. Meu erro. Minha falta de razão para tal assunto.

E com isso, agora, mais do que nunca, sei que necessito do contato social, do convívio humano. Agradeço especialmente à Raíssa, ao Andrey, à Mariana e ao Felipe, pois sem eles eu não chegaria a essa reformulação de pensamentos. Não devo tomar apenas a mim mesmo como referência das coisas que ocorrem ao redor. Isso é uma genuína contradição para com muito daquilo que eu busco e acredito... Embora, foi errando que tive que me ferir para perceber como deve ser o processo.

Espero com isso não me aprisionar em um muro, como muitas vezes tenho tentado fazer, mesmo que inconscientemente.

Espero ter aprendido algo para me tornar alguém melhor.

A distância e a profundidade promovidas pelo conhecimento e pela crítica assustam, mas porque desvelam a verdade antes oculta, para que possa ser possível agir com maior desenvoltura ante às novas demandas emergentes.

Boa tarde a todos...!!!

/beigosminpokeiamincomentamintwita

quarta-feira, 15 de julho de 2009

O foco de cada um

Quem de fato se importa???

Em verdade, é bastante improvável que alguém se importe tanto com algo do que o próprio sujeito em relação a seu objeto.

As experiências são próprias. Quando compartilhadas, cada qual absorve informações e responde a elas de maneira própria. Está-se em jogo também as disposições únicas da pessoa, suas imposições, honras e vergonhas.

Quem se importa???

Gostaria de poder me importar com tudo para que nada saísse ao controle. Controle , de fato, inexistente por parte de um, uma vez que individualmente as pessoas aprendem a exercer seu autocontrole. Um controle de possibilidades variáveis e não manipuláveis apesar de um determinado controle individual mas não geral. Uma autonomia para cada um. Isso mesmo.

Quem se importa???

Não é por maldade. O sentido do conteúdo que faz as pessoas vibrarem são tantos, incontáveis. Seria uma insensatez querer deles se apoderar se eles não forem objeto da também inclinação das pessoas de deles apoderarem-se, contanto que haja uma complementaridade de interesses, do contrário haverá uma concorrência negativa e possivelmente viciosa. Deve haver uma sintonia de interesses para que a consideração entre as pessoas possa seguir em uma mesma direção e mais ainda em sentido.

Quem se importa???

Alguns lados, objetos, assuntos, pessoas ou o que quer que sejam parecem ficar perdidos, abandonados a si próprios, por não serem objetos de interesses de quem esteja em evidência. Realmente, se não estiverem no foco dos sujeitos do contexto, assumir-se-á que de fato estão deslocados. Mas, e em outros contextos? Quem sabe? Nunca ninguém ou nada está de fato entregue a si. Tudo desempenha o seu papel na realidade.

Cada um tem seus interesses e suas ações. Cada elemento das relações desempenhou, desempenha ou desempenhará uma importante função.

Quem se importa???

Certamente alguém se importa, ainda que não esteja em evidência.

Superemo-nos a nós mesmos, sabendo que, de todo, não estamos somente entregues a nós mesmos. Os focos não são inúteis. O sentido de cada um levará a algum lugar. Nada se perde, tudo se transforma.

A importância que você dá, se autêntica, profunda, ativa e abnegada, faz alguma diferença. Dê importância a si mesmo e saberá dar importância ao mundo. Do contrário, possivelmente estar-se-á desenvolvendo alguma relação perniciosa. E não é isso que se quer.

Alguém da importância.

Alguém se importa.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

O que há com as pessoas?

Em verdade, em verdade eu digo que ainda que tente fazer algo por quem quer que seja, meus esforços são insuficientes.

Falta-me iniciativa e instrução. Talvez não deva cobrar tanto de minha pessoa, mas não acho que minhas responsabilidades de momento são pequenas diante da potencialidade de minhas ações que poderia ser posta em desenvolvimento.

Eu gosto de andar, por isso vez ou outra eu volto andando para casa.

Hoje, fui interpelado por um senhor na rua. Ele estava precisando de ajuda e começou a contar o que lhe havia acontecido. Não consegui entender muita coisa, mas ao que parece ele estava com a consciência confusa, haviam o expulsado do hospital onde estava internado, ele não lembrava de possíveis contatos com familiares, nem endereços ou coisa parecida, além de que ele não é de Macapá. No seu relato havia também uma mescla de crenças religiosas e místicas. Eu perguntei se ele já havia se alimentado, pois eu iria me dispor a comprar algo para ele. Ele já havia comido algo antes, então eu resolvi acompanhá-lo até o hospital. Deixei-o lá, mas não falei com pessoa alguma para solicitar assistência, pois eu nem mesmo sabia quem poderia ajudar e nem tive coragem de perguntar.

Que droga de ajuda foi essa a minha? Sinceramente, eu não sabia exatamente o que eu poderia fazer. Pensei em ligar para algumas pessoas, mas eu realmente não sabia o que fazer. Avisei-o que precisava voltar para casa e fui embora.

No caminho de casa, vi um homem e uma mulher discutindo na saída de uma bar. Ele estava forçando-a a voltar à casa. Apesar de tentar manter um tom de voz baixo e parecer "amigável", ele a puxava e arrastava, enquanto ela ofegava dizendo e pedindo para que ela voltasse à casa de sua mãe. Parei por um momento e retirei o celular do bolso. Iria ligar para a polícia se a situação se agravasse. Fiquei por um momento lá vendo aquele desagradável puxa-empurra e fui-me embora.

Será que eu deveria ter ligado para a polícia? Não sei. Havia também algumas pessoas que pararam para observar aquela briga. Algumas mulheres gritavam contra o homem e depois foram embora. Certamente os transeuntes também estavam um tanto perplexos, sem saber como agir.

É uma característica de nós macapaenses essa acomodação que nos leva a dúvida sobre o que fazer diante de circunstâncias desagradáveis ou delicadas. Durante minha caminhada de volta para casa, comecei a pensar em como eu poderia auxiliar as pessoas se eu desenvolvesse algum projeto ou sei lá o que. Eu gostaria de poder ajudar as pessoas que sofrem. Eu sempre penso, de maneira até um pouco infantil, que ninguém deveria ser submetido a qualquer tipo de sofrimento motivado por outra pessoa.

As relações humanas são tão estranhas, cheias de viciações, baixas paixões, negligências e intolerâncias.

Sinto a necessidade de mudanças e de conscientização na sociedade, bem como do incentivo pelo esforço mútuo e recíproco das pessoas para consigo mesmas e para com o próximo. Ainda falta muito para a humanidade. Muitos ainda sofrem e sofrerão por conta da ignorância.

As coisas são tão estranhas...

Devo delinear os caminhos de minhas ações, despertar minha força e fazer algo mais do que eu já timidamente tento fazer.

Temos força, mas parece que gostamos de afetar nossa consciência de modo a abandonarmo-nos a nós mesmos. Precisamos nos encontrar a si mesmos e superar nossas condições.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Retorno às Origens

Ainda que se desvie completamente de um curso natural, retorna-se a ele sempre que necessário se faça tal ocorrência.

Para cada espécie de ser existente, cada indivíduo deve passar por determinada fase de um convencionado início e fim, o que, em si, depende mais da perspectiva de quem considera tal existência. Isso porque a matéria organizada na formação dos corpos veio de algum lugar. Diga-se de passagem, veio da terra e à terra voltará. De fato, não acredito ser errado afirmar tal coisa.

É de ordem natural que as coisas evoluam. É também um tanto estranho que elas evoluam possam evoluir, às vezes, para aquilo que parece não natural, pois que único, e por isso como que à parte da existência em relação às outras coisas naturais. Refiro-me a nós, humanos, uma vez que podemos construir nossa história como nenhum outro ser conhecido materialmente na terra. Realmente, em certas discussões se é errado aceitar o termo "natural", como quando se quer determinar que um problema social é natural, por exemplo. Talvez seja natural que, dadas as condições de nossas sociedades, alguns passem por vivências degradantes e precárias, mas não é natural que se permaneça nelas. É mesmo difícil conceber que tal possibilidade de fatos possa ser tida como natural quando se tem a cabeça cheia de caraminholas de que a paz mundial e a concórdia são o alvo maior, e que a igualdade entre os homens deve ser buscada à força... algo como as lutas e discursos pseudorrevolucionários... e só para mostrar uma coisa, o termo revolução indica uma volta completa, um retorno à uma determinada origem.

Realmente, o retorno às origens parece ser algo que sempre nos acomete. Mas não significa que devemos sempre retornar, como que em um retrocesso. Pode ser apenas uma revisitação de espaços, memórias, atos ou sei lá. Uma forma de relembrar quem somos, para onde vamos e o que devemos fazer (ou mesmo só para tentar desfazer alguns mal costumes, pois normalmente não sabemos exatamente as respostas para tais questionamentos).

Em vários pontos do crescimento da história de uma espécie, de uma sociedade, de um indivíduo enquanto representante de sua espécie ou pessoa que se percebe como "uma" pessoa com pensamentos, modos de agir e outras características próprias, mostra-se impraticável um retorno a um ponto inicial como que para uma reconstrução desde o início. Seria algo como "junta tudo e joga fora". Não há como. Mas traços de nossa existência guardam traços de nossas origens. Se soubermos ler os próprios sinais que guardamos, podemos aprender a orientar nossos passos sem que caiamos nos mesmo erros (o que pode demorar bastante, basta perceber quantas vezes erramos em coisas bestas várias vezes).

Por isso, uma hora ou outra, voltaremos a fazer algo que a muito não fazíamos, falaremos com pessoas com que há muito não falávamos, releremos livros que foram deixados pela metade, e por aí vai.

Às vezes necessário é que se pare um pouco para refletir sobre o que fizemos de nossa própria existência, já que somos nós que fazemos algo. Assim, olhamos para trás e vemos quanto já realizamos ou deixamos de realizar, e outras coisas as quais já estou com pesseguiça (mistura de pêssego com priguiça) de relatar, olhamos para nosso atual estado, avaliando como nos encontramos no momento, e olhamos para frente, com o intuito de projetar novos passos. E assim, acredito que damos continuidade a nosso crescimento.

FIM!!! Já estava ficando cansado... ¬¬

/acessarpelamanhamachoporqueainternetestahumhorror